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Chamem-me os nomes que quiserem!

por Neurótika Webb, em 04.11.15

Chamem-me racista...chamem-me xenófoba...não quero saber!

Mas há coisas que não entendo. Somos um país resgatado e mergulhado numa crise profunda.

 

Quantos portugueses há sem médico de família? Quantos portugueses não têm sequer dinheiro para pagar as taxas moderadoras?

Mas os refugiados que praí vêm, vão ter direito a médico de família sem pagar nada!

(Ler aqui)

 

Quantos jovens deixaram de estudar porque não têm dinheiro para pagar as propinas?

Os refugiados vão poder estudar Lusófona a custo zero!

(Ler aqui)

 

É tão bom sentirmo-nos cidadãos "de segunda" no nosso próprio país!

 

Os alemães já se estão a arrepender!

A imprensa alemã reporta estes 2 incidentes:

O primeiro, em que uma criança em estado terminal, foi levada para um hospital alemão e morreu. Os pais deram uma tareia no médico por não ter salvo a filha.

O segundo, um casal levou uma criança ao médico, que lhe passou uma receita de um medicamento. O casal foi à farmácia, queria levar o medicamento sem pagar! Perante a recusa do farmacêutico em entregar o medicamento, o casal....abandonou a criança na farmácia!

 

Vamos ver o que nos espera!

 

 

publicado às 17:14

Famílias de refugiados

por Neurótika Webb, em 28.09.15

Tanta gente a levantar as vozes por essa internet fora e, ainda não ouvi uma única resposta à seguinte pergunta:

 

- Abrias a porta de tua casa a uma família de muçulmanos?

 

publicado às 16:04

Sobre os refugiados

por Neurótika Webb, em 15.09.15

Não me posso pronunciar sobre os refugiados, sendo eu bisneta de uma senhora que, por ser casada com um diplomata, conseguiu fugir a tempo e horas com as 3 filhas antes da ocupação da Holanda pelo regime Nazi.

 

Mas nessa altura não havia subsídios de integração.

 

No entanto, faz-me lembrar de um episódio, passado há uns três anos atrás.

Estava eu e a minha mãe na fila das caixas de um supermercado, e à nossa frente estava uma senhora de cor mais escura, com um carrinho cheio de compras. Na fila ao lado, estava uma amiga que a reconheceu e, a conversa passou-se mais ou menos assim:

 

A outra, sobre o carrinho a abarrotar de produtos:

 

- Ena! Anda-se a viver bem! Já estás a trabalhar?

- Não, mas lá em casa somos 6 pessoas e entra todos os meses 3.000 euros de subsídios!

 

O problema não é destas pessoas, é do sistema! Trabalhar para quê?

Nessa altura, que foi particularmente difícil para mim, fiquei revoltada!

Devido ao aumento de impostos, tinha acabado de despedir 7 pessoas, excelentes profissionais, dedicados e, que de outra maneira não o teria feito. Era isso, ou fechar a empresa.

E, o excesso de impostos que passámos a pagar, vão para estas pessoas que não se integram nem nunca se irão integrar (se entram lá em casa 3.000 euros, vão trabalhar para quê?), em vez de servirem para manter postos de trabalho.

 

No entanto, eu e muitos contribuintes (famílias), perdemos o direito ao Abono de Família, que na altura eram uns míseros 35 euros mensais. Mas, se as criancinhas forem estrangeiras, têm direito e recebem muito mais!

É isto justiça social?

 

publicado às 16:05


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