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Quando os mortos se levantam

por Neurótika Webb, em 11.08.15

Quando os enterrámos num cemitério perdido algures no deserto da nossa alma.

 

Para esquecer o perfume, o roçar da barba, a mão que fazia deslizar nas tuas costas quando te cumprimentava, os lábios que te roçavam o rosto e se demoravam sempre mais que o necessário,  sorriso quase envergonhado, mas lindo, a maneira como se atropelava nas palavras que lhe ruborizavam a cara morena quando falava contigo, o que proibiste a ti própria, apesar de te apetecer tanto...

 

E quando os mortos se levantam, o mesmo frio percorre-te a espinha, as mãos tremem-te, a voz morre-te na garganta e...foges o mais depressa que podes.

 

publicado às 15:22


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De Língua Afiada a 12.08.2015 às 12:40

Eu ainda estou na fase de conquistar todas essas coisas, a planear filhos, a tentar decidir se compramos casa ou se construimos, mas já adivinho o futuro ainda mais complicado com filhos e casa decorada a preceito.
Estou insatisfeita com o emprego que tenho, não ganho para o que faço e isso deixa-me frustrada, mas esta crise veio adiar-me os planos.
Enfim quando tenho tempo para pensar dá merda!
O melhor é não pensar muito e concentrar-nos nas coisas boas.

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