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Famílias de refugiados

por Neurótika Webb, em 28.09.15

Tanta gente a levantar as vozes por essa internet fora e, ainda não ouvi uma única resposta à seguinte pergunta:

 

- Abrias a porta de tua casa a uma família de muçulmanos?

 

publicado às 16:04


39 diagnósticos

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De Neurótika Webb a 29.09.2015 às 12:41

achas que te ajudavam?

e o que acontece aos Europeus em países muçulmanos, chamados civilizados, como no Dubai?
mas alguém fala dos turistas presos por infringirem leis muçulmanas?

se eu for para um país muçulmano sou obrigada a usar um lenço a tapar o cabelo...porque é que elas cá não tiram os lenços?

estou plenamente de acordo com os franceses quando proibiram o shador nas escolas.
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De Andy Bloig a 29.09.2015 às 13:21

É disso que as pessoas deviam pensar. Até deviam ir passar 1 semana a um dos países onde a religião tem mais poder do que as normas sociais. Ou irem passear pelas ruas de uma das grandes cidades europeias, onde a vida muçulmana já domina o quotidiano. Nessa altura iram perceber as diferenças.
Ouviste o que se passou na Inglaterra no ano passado? Várias escolas públicas abriram salas de oração porque a maioria dos alunos eram muçulmanos. Depois de o governo proibir isso, alteraram os horários de forma a que o horário tivesse vazios naquelas horas. Mas, é proibido existirem referências religiosas nas escolas inglesas...

Se eles se sujeitarem ás nossas normas e formas de sociedade, que sejam bem-vindos. Se pensam que podem chegar e mudar as sociedades para serem iguais ao que tinham, então que fiquem por lá. Quando vou ali para os lados do Martim Moniz (Lisboa) encontraram-se tantas mulheres totalmente tapadas que mais parecem fantasmas. Entrar numa loja e ver uma mulher totalmente coberta só com os olhos à mostra, quando se eu levar uma máscara de carnaval, pedem-me logo que a tire, pois não posso lá andar com a máscara.
Se é para sermos iguais, essas coisas tem de ser adaptadas à sociedade onde estão. Eles não aceitam isso. É disto que as pessoas devem pensar.
Estes querem migrar para melhorar de vida... não é para fugirem de guerras e perseguições. Daí já terem os caminhos escolhidos. Um refugiado aceita ajuda de qualquer país que lhes dê apoio. Não vai escolher para onde quer ir. Qualquer coisa é melhor do que onde estavam...

Só acho giro é os meios de comunicação social não falarem dos 550 sírios a quem Portugal concedeu o estatuto de refugiado em 2012. Neste momento só estão 50 e poucos cá a viver... os outros mudaram-se para Inglaterra, França e Suécia. Porque estiveram cá 2 anos, receberam o visto de residência e mudaram para outro lado, baseado nisso.
Só que isto não interessa pensar quando se vê alguma criança falecer numa praia...
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De Neurótika Webb a 29.09.2015 às 13:30

Ó pá....as criancinhas mortas na praia é que vendem jornais e dão audiências!

Eu por mim nem me importo nada que eles só cá estejam 2 anos, por mim podiam só ficar 6 meses.

E, tens razão, a última vez que fui a França em trabalho, fui a Toulouse e até tive medo de andar na rua. É só muçulmanos sentados no chão, em todas as ruas. No hotel aconselharam-nos para não andarmos na rua depois da meia noite!

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