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Chamem-me os nomes que quiserem!

por Neurótika Webb, em 04.11.15

Chamem-me racista...chamem-me xenófoba...não quero saber!

Mas há coisas que não entendo. Somos um país resgatado e mergulhado numa crise profunda.

 

Quantos portugueses há sem médico de família? Quantos portugueses não têm sequer dinheiro para pagar as taxas moderadoras?

Mas os refugiados que praí vêm, vão ter direito a médico de família sem pagar nada!

(Ler aqui)

 

Quantos jovens deixaram de estudar porque não têm dinheiro para pagar as propinas?

Os refugiados vão poder estudar Lusófona a custo zero!

(Ler aqui)

 

É tão bom sentirmo-nos cidadãos "de segunda" no nosso próprio país!

 

Os alemães já se estão a arrepender!

A imprensa alemã reporta estes 2 incidentes:

O primeiro, em que uma criança em estado terminal, foi levada para um hospital alemão e morreu. Os pais deram uma tareia no médico por não ter salvo a filha.

O segundo, um casal levou uma criança ao médico, que lhe passou uma receita de um medicamento. O casal foi à farmácia, queria levar o medicamento sem pagar! Perante a recusa do farmacêutico em entregar o medicamento, o casal....abandonou a criança na farmácia!

 

Vamos ver o que nos espera!

 

 

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publicado às 17:14


3 diagnósticos

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De Psicogata a 05.11.2015 às 14:32

A questão do médico de família a mim não me choca, parece-me bem que tenham acompanhamento médico, até para despiste de doenças, vacinação das crianças, acompanhamento de alguma doença já crónica. Bem vistas as coisas poupa-se mais dinheiro assim do que esperar que entupam as urgências dos hospitais com casos mais graves.
Agora o caso dos estudos já levanta outras questões, o ensino obrigatório deveria estar garantido, mais do que isso não deveria ser uma garantia.
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De Neurótika Webb a 05.11.2015 às 14:55

Mas não era suposto garantir isso aos porugueses primeiro?
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De Psicogata a 05.11.2015 às 15:01

Sim, mas ao assumirmos os refugiados há condições que temos que garantir, cuidados de saúde é um deles.
Em Portugal existem pessoas sem médico de família, mas não existem pessoas sem acesso à saúde (tirando a dentária), mas já foram realizados progressos nesse sentido, um dos principais foi cancelar as inscrições nas unidades de saúde familiar a quem não as utilizas há mais de x anos, não sei precisar quantos, libertando vagas para outras pessoas.
As pessoas queixam-se das taxas moderadoras e que não têm médico de família, mas a grande maioria quando tem algum problema recorre ao privado pelo simples facto de confiarem mais.

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